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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Dia Internacional dos Direitos Humanos: Programa


Programa
10 de dezembro

10:35 (auditório da biblioteca escolar – 11ºAV e 11ºCT1)
Projeção do filme "12 Anos Escravo" de S. McQueen (adaptação da obra homónima de Solomon Northup)- Parceria com Clube de Cinema.



14:40 (auditório da biblioteca escolar – 10ºCT3 e 12ºPTC)
Palestra sobre Direitos Humanos - Migração e Refugiados, por Manuel Cunha (Coordenador do Grupo do Porto da Amnistia Internacional).

Exposição de cartazes pelos alunos do Curso de Artes (corredor da biblioteca).

Exposição bibliográfica sobre Direitos Humanos (biblioteca escolar).

Projeção de documentários (Galeria da ESA /biblioteca escolar).

Atividades em contexto de sala de aula:

ATIVIDADES PROPOSTAS PELA ORGANIZAÇÃO AMNISTIA INTERNACIONAL: 
Recursos de Educação para os Direitos Humanos - Temas: Liberdade de expressão, Casamentos forçados, Discriminação LGBTI, Tortura, Refugiados, Discriminação, Igualdade de Género, Liberdade de Expressão, Saúde e Desigualdades globais, Saúde e Desigualdades globais aplicada à Matemática, Tortura, Evolução dos Direitos Humanos.


SEMANA DOS DIREITOS HUMANOS E DAS MIGRAÇÕES (JOGO SOBRE ACTIVISTAS DOS DIREITOS HUMANOS); 


JOGO INTERATIVO (AMNISTIA INTERNACIONAL-DIREITO À HABITAÇÃO)


HISTÓRIA DOS DIREITOS HUMANOS (SEM LEGENDA-INGLÊS/COM LEGENDA)






HISTÓRIA DOS DIREITOS HUMANOS (DOBRADO- 7º/8º ANOS)




VÍDEO PARA ENSINO SECUNDÁRIO (30 minutos)


OBSERVATÓRIO DOS DIREITOS HUMANOS

LINKS IMPORTANTES PROPOSTOS PELO “OBSERVATÓRIO PARA OS DIREITOS HUMANOS”


Dia Internacional dos Direitos Humanos



terça-feira, 13 de janeiro de 2015

CONCURSO "SONHAR E CONSTRUIR A EUROPA"


Uma Nova Narrativa para a Europa é um projeto de envolvimento e participação dos cidadãos para promover a reflexão, o debate e a proposição de ideias que alimentem uma nova narrativa para a Europa.
Ao lançar este concurso em parceria com o MEC, através da DGE, tem como objetivo inspirar e motivar os jovens, levando-os a propor novas narrativas para o século XXI, que promovam os valores, o sentido de comunidade e as ligações afetivas ao modelo civilizacional assente num património espiritual, cultural, artístico, científico e numa história comuns.
Dirigido aos Clubes Europeus das Escolas, os trabalhos a concurso deverão ser apresentados até 28 de fevereiro de 2015.

NÓS E O AMBIENTE: A ÁGUA

Mais do que nunca a sociedade toma consciência de que a água não é um bem inesgotável. De facto a sua carência já se faz sentir em muitas partes do mundo, e no nosso País há anos em que ela também é um bem escasso.

Importa, pois, compreender este recurso e saber conservá-lo. O conhecimento aprofundado do ciclo hidrológico pode e deve ser o primeiro passo para que possamos compreender como é que um recurso natural renovável pode deixar de o ser. Importa 'inventar' formas de poupar a água, de conservar a sua qualidade e mantê-la ao alcance de todos.
Neste sentido, a Universidade Aberta promove o curso de formação “Nós e o Ambiente: A Água”, destinado essencialmente a professores dos grupos 230, 510 e 520, e acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua.
Trata-se de um curso em regime de ensino a distância, online, em ambiente de classe virtual (espaços organizados onde decorrem interações docente-participante e participante-participante), com comunicação assíncrona, na plataforma de e-learning da Universidade Aberta.
As candidaturas encontram-se abertas até 15 de janeiro de 2015.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Sessão de lançamento da Revista Nova Águia e da obra "(Im)possíveis (Trans)posições - Ensaios sobre Filosofia, Literatura e Cinema"






 



Sessão de lançamento do n.º 14 da Revista Nova Águia, e da obra "(Im)possíveis (Trans)posições - Ensaios sobre Filosofia, Literatura e Cinema" na ESA. Com Celeste Natário, Renato Epifânio, Maria Filomena Cordeiro Morais, Elsa Cerqueira e Isabel Araújo.


sábado, 18 de outubro de 2014

Convite: lançamento da obra "(IM)POSSÍVEIS (TRANS)POSIÇÕES" por Filomena Vieira



A ESA promoverá, ainda no dia 23*, o lançamento  da  obra   "(Im)possíveis (Trans)posições: Ensaios sobre Filosofia, Literatura e Cinema". Esta obra reúne 25 ensaios da autoria de diversos investigadores portugueses e brasileiros, nomeadamente, Arthur Grupillo, Carlos Queiroz, Carlos Gomes, Celeste Natário, Cícero Bezerra, Constança Cesar, Daniel Sá, Edrisi Fernandes, Elsa Cerqueira, Evaldo Becker, Ilda Castro, Isabel Jasinski, Jorge Vasconcellos, Jorge Campos, Josalba Santos, José Almeida, José Carvalho, Josilene Bezerra, Marcos Balieiro, Oscar Bauchwitz, Pedro Morais, Renato Epifânio, Romero Venâncio, Susana Castro, Vítor Rua.


* Pequeno auditório, 14h40. Convite aberto à comunidade.

domingo, 23 de março de 2014

A Matemática também é poética!

O Cantinho da Matemática na BE, dinamizado pela Dra. Margarida Moreira, vestiu-se de poesia.



E os alunos do 7.º ano, turma A (Carolina,Mariana,Filipe, Tiago, Francisco e Daniel), sentiram-na e deixaram-se acolher por ela.




quinta-feira, 20 de março de 2014

A Semana da Leitura continua ...

O carteiro de Pablo Neruda: da narrativa literária de António Skármeta à narrativa cinematográfica de Michael Radford




Clube de Cinema


No âmbito das comemorações da Semana da Leitura, o Clube de Cinema exibiu o filme O Carteiro de Pablo Neruda de Michael Radford para os alunos das turmas dos 10.º CT1,  AV, CLH1, CLH2. 
Sanado o imprevisto (in)sonoro, e após a visualização do filme, a dinamizadora do clube de cinema, Elsa Cerqueira, teceu considerações sobre as semelhanças e diferenças entre a narrativa literária e a narrativa cinematográfica, tendo referido o contexto sociopolítico do Chile e de Itália. 
Os alunos foram desafiados a caracterizarem Mario Ruppuolo (Massimo Troisi) e Pablo Neruda (Philippe Noiret) do ponto de vista físico e psicológico, a avaliarem o tipo de relação que as duas personagens inicialmente mantém e o modo natural como a Amizade surge e se constrói.  Aliás, tal como as «metáforas».
«Quando se explica a poesia torna-se banal. Melhor do que a explicação é a experiência de sentimentos que a poesia pode revelar»?, «Será que o mundo inteiro é uma metáfora de alguma coisa?» - eis duas das frases interrogativas mais importantes do filme.
Pablo Neruda apresenta as metáforas a Mario, estimula-o a ler, a querer ser poeta, a desenvolver a consciência crítica e a  lutar por ideais sociais e políticos, mas também a conquistar a bela Beatriz Russo.
A poesia é livre...pode servir a causa dos oprimidos, a causa do amor e a causa da cebola. Eis o momento em que a Flávia Vasconcelos do 11.º CT3, leu o poema de Pablo Neruda «Ode à cebola», servindo de reflexão para a desbanalização dos seres e objetos do quotidiano e a espontaneidade do ato criativo. O artista transforma o vulgar em algo precioso. 
E no fim do filme quase se ouve o poema que Mario dedica a Pablo Neruda, imediatamente antes de ser morto numa manifestação...quase se ouviu no filme. Mas no grande auditório da ESA coube ao aluno Pedro Silva do 11º.º CT3 a leitura desse magnífico poema.
No final da análise/debate a professora Elsa desafiou os alunos a criarem a mais bela metáfora...em prosa ou em poesia. Os melhores trabalhos serão publicados aqui, nesta casa dos livros e dos leitores, para que todos os possam ler. Por que se lê? Porque sim. Porque o que é belo não carece de justificação.


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A BE e o Clube de Cinema agradecem a disponibilidade e a presença dos professores Olga Amor, Bernardete, Álvaro Teixeira, Pedro Flores, Lúcia Tomáz, Ana Paula Neto e respetivos alunos.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

«José e Pilar» por Abel Aires, 12.º CLH



«Após visualizar o documentário “José e Pilar” sobre a vida do prémio nobel português aquilo que mais me marcou foi a forma aparentemente simples mas rica e complexa com que o autor se apresente ao público. Desde a maneira como se inspira passando pelo processo de escrita do livro “ A viagem do elefante” e pelas várias opiniões pessoais que vai dando ao longo do documentário podemos ver sempre presentes a sinceridade, o pragmatismo e a experiência do escritor português.
 Outro dos aspetos mais marcantes foi a sua relação com Portugal. Passei a compreender que não é José Saramago que pretende afastar-se do país através dos temas polémicos e opiniões controversas que expõe, mas é o próprio país que o afasta quando não reconhece o valor de um autodidata que iniciou a produção literária numa fase tardia da sua vida e foi galardoado com o prémio nobel da literatura. Essas opiniões e temas são a forma de José Saramago transmitir o seu desassossego e desassossegar quem lê, sem que exista no entanto uma atitude de distanciamento do seu país. São aliás vários os momentos durante o filme onde podemos constatar o seu carinho pelo país e sobretudo pela sua terra natal, a Azinhaga. 
Outro aspeto relevante para mim, e que pode também ser observado no documentário, é o papel importante de Pilar na vida de Saramago. Saramago chega mesmo a comparar o nome da sua mulher ao significado real do nome “pilar”. Pilar é de facto uma das principais bases da vida do escritor e são vários os momentos em que constatamos isso no filme. É ela que organiza as suas viagens e a sua rotina, responde aos fãs e ajuda-o a inspirar-se zelando sempre pelo seu bem-estar. 
Concluindo, ver este documentário permitiu-me conhecer mais acerca da vida pessoal de Saramago e interessar-me mais pela obra do prémio Nobel português.»

domingo, 23 de fevereiro de 2014

«José e Pilar» por Rui Lopes, 12.º CLH


Na comemoração dos Dias do Desassossego, algumas turmas do 12.º ano deslocaram-se ao Clube de Cinema, visualizando e reflectindo sobre documentário «José e Pilar». Eis a reflexão de Rui Lopes, da turma CLH: 

«Dado a sua diversidade, é difícil selecionar as passagens, frases, momentos que mais me marcaram no filme “José e Pilar”, sobre a vida de um escritor português de topo, polémico devido aos ataques à Igreja Católica, vencedor do prémio Nobel da Literatura e do prémio Camões, chamado Saramago, que embora já falecido, as suas obras continuam bem atuais.
Uma das coisas que mais me tocou foi a distância entre Saramago e a Pátria portuguesa, a qual não o valorizava, antes pelo contrário, segundo a sua filha “o país de origem é aquele que pior o trata”, o que a juntar com as medidas do governo português, provocaram a saída deste grande escritor para o nosso país vizinho. Esta situação é algo que me entristece, pois é impressionante como a maioria dos portugueses não apoiam as figuras que levam a nossa Pátria aos quatro cantos do mundo, só porque não são aparentemente simpáticos ou porque têm uma visão diferente do mundo.
A ironia, rebeldia, sentido prático com que Saramago encara a vida, demonstrando-o nas respostas que dava nas conferências de imprensa, na sua insistência em falar a sua língua materna (estando a conviver com espanhóis), mas principalmente no seu modo de escrever, são características que o definem, tendo objetivos de escrita diferentes da maioria dos escritores atuais. Utilizando citações suas, “vivo desassossegado e escrevo para desassossegar”, “não quero leitores conformados, passivos, resignados”, já que para ele é “nos seres desassossegados que onde se desperta a racionalidade, pois são estes que pensam de forma a expor e solucionar as suas inquietações”.
De destacar estão a sua intensa relação com a mulher, que é o seu suporte “a Pilar é o meu pilar” e a forma como Saramago encara a morte, que apesar de não a temer, vivia obcecado em escrever o máximo possível pois não lhe restava muito tempo de vida.
Considero o filme “José e Pilar” um documentário interessante sobre a vida de um dos maiores artistas portugueses, o qual lamento não ter valorizado durante a sua passagem pela Terra, pois ainda não tinha maturidade suficiente para compreender e reconhecer o seu trabalho. Contudo, a visualização deste filme despertou-me vontade de ler as obras deste Senhor da literatura.»

sábado, 16 de novembro de 2013

Uma história desassossegante


«a maior flor do mundo»

 
Ontem foi dia de sessão no Clube de Cinema. A curta-metragem de animação - adaptação do conto de José Saramago -, serviu de pretexto de reflexão aos alunos  do 8º A, 8º D e 7º D. Após a visualização, os alunos foram respondendo a questões colocadas pela promotora do clube (Elsa Cerqueira) e fizeram intervenções interessantes, genuínas e pertinentes.

 


 
No final da análise, cada aluno foi desafiado a escrever uma mensagem ao escritor sobre o conto. Eis algumas dessas mensagens:
 
«Eu gostaria de lhe dizer que é um escritor soberbo e que esta história que nos foi mostrada é uma prova disso, pois José Saramago ultrapassou os medos que tinha e conseguiu escrever uma história maravilhosa.»
Nuno Carvalho, 8º D
 
«Não é o tamanho das coisas que é importante mas sim o significado que essas coisas têm para nós.»
Paulo Ferreira, 7ºD
 
«Gostaria de lhe dizer que foi um grande escritor e que com esta história me incentivou, ainda mais, a lutar pelos meus objectivos e a nunca desistir. E se acha que não conseguia escrever histórias para crianças, está enganado. É um excelente escritor.»
João Carvalho, 7º D
 
«Eu adorei este filme, esta história. A mensagem que eu gostaria de dizer ao autor, José Saramago, é que (...) nunca será esquecido.»
Ana Carvalho, 8º D
 
«Aprendi que não é o tamanho que importa mas sim o interior.»
Inês Pinto, 8º A
 
«Gostei desta história porque na história houve um ato de bondade. E devemos ajudar sempre os outros sem querer nada em troca.»
Sara Coelho, 8º D
 
«Eu gostei desta curta-metragem. Realmente nunca devemos desistir daquilo que queremos, devemos lutar e superar todos os obstáculos.»
Joana Nogueira, 8º A

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Queres um Clube de Manga na tua BE?









"Mangas são histórias em quadradinhos japonesas. A sua origem está associada ao Oricom Shohatsu (Teatro das Sombras), que na época feudal percorria diversos vilarejos 
contando lendas por meio de fantoches. Essas lendas acabaram por ser escritas em rolos de papel e ilustradas, dando origem às histórias em sequência, e consequentemente originando a manga. Depois de interrompida durante a Segunda Guerra Mundial, a sua produção foi retomada somente em 1945.  Foi nessa época que surgiu o que podemos chamar de “Walt Disney Japonês”, o Ossamu Tezuka, criador dos traços mais marcantes da manga: Olhos grandes e expressivos. Com a passagem do tempo, a manga saiu do papel e foi parar à televisão, transformando-se em animação, ganhando mais popularidade e aumentando o número de fãs em todo o mundo. As histórias são sempre variadas e com roupagem sempre nova, personagens expressivos e heróicos como, por exemplo, “Dragon Ball Z” (personagem principal: Goku), “Yu Gi Oh” (personagem principal: Yu Gi)."       retirado daqui