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segunda-feira, 5 de março de 2018

Semana da Leitura: Cinema & Literatura


 A Semana da Leitura começou muitíssimo bem ao som das palavras sentidas e poéticas do escritor António Lobo Antunes que o realizador Ivo Ferreira transformou em imagens e sons animados no filme "Cartas de Guerra", 2016. 



Espreita o blogue do Plano Nacional de Cinema e lê o que Débora Gonçalves (aluna que conclui este ano a licenciatura em Cinema) escreveu. 



segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Vencedores dos Concursos melhor Marcador e melhor Tapete


Eis os marcadores e projeto para tapete de rato vencedores, concursos realizados nom contexto do Mês Internacional da Biblioteca Escolar.

 Os vencedores, na categoria de "Marcadores",  foram:
Sérgio Silva (8ºA),Inês Abreu e Beatriz Barros (8ºB), Susana Moreira (8ºC) e Ana Clara (8ºD).
O vencedor, na categoria "Tapete" para rato de computador, foi: Jorge Moreira (9ºD).

Muitos Parabéns aos vencedores! A BE está feliz. 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

A ESA celebra o Dia Internacional dos Direitos Humanos com múltiplas manifestações informativas e criativas

Cartaz criado pelas alunas Rosa Mendes e Rita Almeida, do 12.º AV. (Prof. Júlio Cunha)

Biblioteca Escolar

Visualização de documentários 










Exposição de Livros





Os artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948




Exibição de Documentários



11º CT1: Visualização do filme "12 anos Escravo". (Prof. Elsa Cerqueira)

 






Palestra pelo Coordenador da Amnistia Internacional Portugal, Porto,
Eng. Manuel Cunha










quarta-feira, 7 de outubro de 2015

A BE em ação: formação de Alunos



No Mês Internacional da Biblioteca Escolar, a BE acolhe as turmas dos 7.º e 10.º anos. O objetivo é tornar os nossos utilizadores autónomos e críticos perante o mar de informação de que dispõem. 
A formação dos alunos de 7.º ano já começou e prosseguirá com a colaboração dos docentes de Português. O nosso lema é "Procurar. Pensar. Questionar... Descobrir o caminho...".







quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Vamos Desassossegar?



Novembro levou-nos Pessoa e trouxe-nos Saramago.

Para os celebrarmos, pegámos na palavra Desassossego, impressa na capa do Livro de Bernardo Soares, semi-heterónimo de Pessoa, e na frase repetida por José Saramago, “Vivo desassossegado, escrevo para desassossegar”. 

Amanhã visita a tua BE no intervalo das 10h20. Terás uma surpresa!

sábado, 18 de outubro de 2014

Convite aberto à comunidade: lançamento da Revista NOVA ÁGUIA




No dia 23, pelas 14h40 minutos, a Prof. Celeste Natário e o Prof. Renato Epifânio procederão ao lançamento do n.º 14 da revista Nova Águia.  A ESA (pequeno auditório) é o local escolhido para o evento, cumprindo um dos seus objetivos, o da promoção de eventos culturais abertos à comunidade. Estão convidados. 


NOVA ÁGUIA nº 14 (2º Semestre de 2014)
NOS 80 ANOS DA MENSAGEM | NOS 8 SÉCULOS DA LÍNGUA PORTUGUESA
II CONGRESSO DA CIDADANIA LUSÓFONA: QUE PRIORIDADES NA COOPERAÇÃO LUSÓFONA?

Precisamente oitenta anos após a sua publicação, a Mensagem de Fernando Pessoa continua a ser um texto interpelante para quem insiste em preocupar-se com a destinação histórica de Portugal. Eis o que neste número da NOVA ÁGUIA se comprova. Sob as mais plurais perspectivas – desde as mais esotéricas e espiritualistas até às mais culturalistas e geopolíticas –, aMensagem foi, sobretudo, um excelso pretexto para repensarmos o futuro de Portugal, mais amplamente, de toda a Comunidade Lusófona, mesmo sabendo que nunca chegará “a hora”. Ainda bem – diremos. Sinal de que, ainda e sempre, haverá futuro a construir.
Porque não há futuro sem passado, articulámos essa plural reflexão em torno da Mensagem com a celebração da própria língua portuguesa – na data, esta menos precisa, dos seus oito séculos. Também aqui, o testamento de D. Afonso II, datado de 27 de Junho de 1214, tido como o primeiro documento redigido em língua portuguesa, foi sobretudo um pretexto para reforçarmos essa consciência histórica – não só dessa nossa língua comum a todos os lusófonos, como, mais ampla e profundamente, do que lhe subjaz: uma singular forma, por mais que plural e polifónica, de ver e viver o mundo.
Por isso, coligimos também neste número da NOVA ÁGUIA as intervenções dos representantes das várias associações lusófonas da sociedade civil que participaram no II Congresso da Cidadania Lusófona, coordenado pelo MIL: Movimento Internacional Lusófono e pela Sphaera Mundi: Museu do Mundo, no âmbito da Plataforma de Associações da Sociedade Civil (PASC), decorrido na Sociedade de Geografia de Lisboa, a 16 de Abril deste ano – onde, justamente, se procurou defender e difundir essa consciência histórica e, partir daí, prefigurar as “prioridades na cooperação lusófona”. Nesta secção, destacamos o Discurso de aceitação do Prémio MIL Personalidade Lusófona 2013, entregue, na mesma sessão, a Ângelo Cristóvão, mais um sinal de que, para nós, a Comunidade Lusófona abarca e abraça a Galiza.
Como sempre, também neste número da NOVA ÁGUIA houve espaço para outras “Evo(o)cações”: de Frei Manuel do Cenáculo, nos duzentos anos da sua morte, até personalidades da nossa cultura que nos deixaram mais recentemente, como Maria Helena Varela (2004) e, já neste ano, Vasco Graça Moura, passando por outras figuras lusófonas, como a do poeta moçambicano Rui de Noronha, aqui evocado por António Braz Teixeira. Em “Outros Voos”, destacamos, entre outros, os textos de Adriano Moreira e Manuel Ferreira Patrício, a par das contribuições vindas de Cabo-Verde e do Brasil – de Elter Manuel Carlos e de José Maurício de Carvalho.
Por fim, para além da “Rubricas” habituais – de Pinharanda Gomes, Eduardo Aroso, Jorge Telles de Menezes, Manuel Gandra e João Bigotte Chorão –, destacamos as já clássicas secções “Bibliáguio” e “Poemáguio”, e, de modo particular, em “Extravoo”, a Partitura Musical de um Poema da Mensagem (“Mar Portuguez”) que nos foi oferecida por Manuel Ferreira Patrício, tudo isto sem esquecer a referência à Colecção NOVA ÁGUIA, onde, até ao final do presente ano, se publicarão mais alguns títulos. Na calha está já igualmente o décimo quinto número da revista, que terá como tema maior “Os 100 anos do Orpheu” e onde, entre muitos outros textos, publicaremos as comunicações proferidas na I Conferência Cabo-Verdiana “Filosofia, Literatura e Educação”, promovida pelo MIL na Universidade de Cabo Verde, a 18 e 19 de Outubro de 2013, em parceria com esta Universidade e com o Instituto Camões.


Celeste Natário: Docente da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Enquanto investigadora, tem-se dedicado, em particular, à filosofia e cultura portuguesas, tendo publicado: O Pensamento Dialéctico de Leonardo Coimbra: reflexão sobre o seu valor antropológico (1997); O Pensamento Filosófico de Raul Proença (2005); Entre Filosofia e Cultura: percursos pelo pensamento filosófico-poético português nos séculos XIX e XX (2008); Itinerários do Pensamento Filosófico Português: da Origem da Nacionalidade do Século XVIII (2010); Pascoaes: Saudade, Física e Metafísica (2010). Tem organizado múltiplos encontros científicos. Coordena o projecto de investigação “Raízes e Horizontes da Filosofia e da Cultura em Portugal” (Instituto de Filosofia da Universidade do Porto).


Renato Epifânio: Membro do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, da Direcção do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, da Sociedade da Língua Portuguesa e da Associação Agostinho da Silva; investigador na área da “Filosofia em Portugal”, com dezenas de estudos publicados; autor das obras Visões de Agostinho da Silva (2006), Repertório da Bibliografia Filosófica Portuguesa (2007), Perspectivas sobre Agostinho da Silva (2008), Via aberta: de Marinho a Pessoa, da Finisterra ao Oriente (2009), A Via Lusófona: um novo horizonte para Portugal (2010) e Convergência Lusófona (2012/ 2014). Integra a Direcção da NOVA ÁGUIA: Revista de Cultura para o Século XXI e é o Director da Colecção de livros com o mesmo nome (Zéfiro). É o Presidente do MIL: Movimento Internacional Lusófono.



quinta-feira, 8 de maio de 2014

DIA 9 DE MAIO: DIA DA EUROPA


Porquê um Dia da Europa?


Quando, em 9 de maio de 1950, propôs à República Federal da Alemanha e aos outros países europeus que quisessem associar-se a criação de uma comunidade de interesses pacíficos, Robert Schuman realizou um acto histórico. Ao estender a mão aos adversários da véspera, não só apagava os rancores da guerra e o peso do passado como desencadeava um processo totalmente novo na ordem das relações internacionais, ao propor a velhas nações, pelo exercício conjunto das suas próprias soberanias, a recuperação da influência que cada uma delas se revelava impotente para exercer sozinha. Esta proposta de robert Schuman, conhecida como "Declaração Schuman", é considerada o começo da criação do que é hoje a União Europeia. Na Cimeira de Milão de 1985, os Chefes de Estado e de Governo decidiram celebrar o dia 9 de maio como "Dia da Europa".

A Europa que, desde essa data, se constrói dia a dia representou o grande desígnio do século XX e uma nova esperança para o século que se inicia. A sua dinâmica nasce do projecto visionário e generoso dos pais fundadores saídos da guerra e animados pelo desejo de criar entre os povos europeus as condições de uma paz duradoura. Esta dinâmica renova-se sem cessar, alimentada pelos desafios que se colocam aos nossos países num universo em rápida e profunda mutação. Este imenso desejo de democracia e de liberdade fez cair o muro de Berlim, devolveu o controlo do seu destino aos povos da Europa Central e Oriental e hoje, com a perspectiva de próximos alargamentos que consagrem a unidade do continente, confere uma nova dimensão ao ideal da construção europeia.
         http://ec.europa.eu/portugal/comissao/europe_day/comemoracao_9maio_pt.htm