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sábado, 10 de outubro de 2015
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Sessão de lançamento da Revista Nova Águia e da obra "(Im)possíveis (Trans)posições - Ensaios sobre Filosofia, Literatura e Cinema"
Sessão de lançamento do n.º 14 da Revista Nova Águia, e da obra "(Im)possíveis (Trans)posições - Ensaios sobre Filosofia, Literatura e Cinema" na ESA. Com Celeste Natário, Renato Epifânio, Maria Filomena Cordeiro Morais, Elsa Cerqueira e Isabel Araújo.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
O que é um Livro?
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
sexta-feira, 25 de julho de 2014
O que vais ler nas férias?
Deixa na caixa de comentários o livro que tencionas ler durante as férias. Partilha a tua escolha com os teus colegas e amigos. Ajuda-os a escolher um livro.
sábado, 21 de junho de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
Participa na Semana da Leitura!
Visita a feira do livro na BE e a exposição de pintura de artistas conceituados, entre os quais alguns professores da ESA!
É claro que o grande evento de abertura da Semana da Leitura foi a vinda do escritor João Tordo. Mas sobre ele, a BE escreverá mais logo...
Entretanto, um B a triplicar:
BE Boas Leituras Boa Semana
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Eusébio (1942-2014)
No blogue da Rede de Bibliotecas Escolares encontrarás obras sobre este notável futebolista.
Poderás consultar na BE os seguintes livros sobre futebol:
Poderás consultar na BE os seguintes livros sobre futebol:
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Os ciganos
Se reparares, este livro tem uma particularidade, tem dois autores, um já falecido e outro vivo! Trata-se de uma obra inacabada de Sophia de Mello Breyner Andresen, entretanto terminada pelo seu neto, Pedro Sousa Tavares.
“Entre os milhares de papéis da minha Mãe com que lidei nos
últimos três anos existiam, evidentemente, vários inéditos. Um deles era este
início de um conto, já intitulado Os ciganos.
Foi localizado, entre os papéis do espólio, na primavera de 2009. (…)
Tendo em conta a evolução da caligrafia, foi possível, por comparação, situá-lo
em meados dos anos 60" ( Maria Andresen de Sousa Tavares)
Começou Sophia: "Era
uma casa muito desarrumada onde morava um rapaz muito desarrumado. E o
rapaz tinha a impressão de que não fora feito para morar naquela
casa.(...) Ele estava preso nos muros da sua casa, nos horários dos seus
relógios e nas ordens da sua família ."
Ruy sentia-se sufocado dentro dos muros da sua casa e da atenção de todos, o que não o deixava respirar liberdade. Até que um dia um circo de ciganos o veio despertar dessa insatisfação em que vivia e, à revelia de todos, " Ruy seguiu os ciganos" e refugiou-se na carroça deste grupo nómada.
Continuou Pedro Sousa Tavares:" Nesse instante, as pernas saltaram-lhe para a frente, como se o corpo fosse agora uma marioneta, obedecendo a alguma força superior" e torna-se um gadjó, um " que não é igual a nós".
O resto..., bem, o resto da história está à tua espera na tua BE!
O resto..., bem, o resto da história está à tua espera na tua BE!
terça-feira, 23 de abril de 2013
Dia Mundial do Livro
Hoje comemorou-se o Dia Mundial do Livro. A sugestão para celebrar o dia e, por consequência, o Livro, foi lançada, de modo imprevisível, à turma do curso profissional de Técnico de Electrónica, Automação e Comando, durante a aula de Área de Integração. O dia estava radioso e o céu límpido convidava a uma aula ao ar livre. O convite deu origem a uma leitura em grupo do livro História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar. Sob o sol acolhedor de esplêndida manhã de primavera, fez-se silêncio para ouvir as histórias do gato Zorbas e da pequena Ditosa, numa viagem pela amizade, pela perseverança...Foi este o Livro escolhido mas poderia ter sido qualquer outro...
domingo, 24 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
sábado, 19 de janeiro de 2013
Uma anedota por dia...
Piada para o dia 19 de janeiro
Dois cavalos vão visitar um Jardim Zoológico.
Ao passarem pela cerca das zebras, um deles sussurra:
- Olha, aqui é onde metem os presos.
outras anedotas para os restantes 364 dias do ano, no livro + 365 Piadas
Dois cavalos vão visitar um Jardim Zoológico.
Ao passarem pela cerca das zebras, um deles sussurra:
- Olha, aqui é onde metem os presos.
outras anedotas para os restantes 364 dias do ano, no livro + 365 Piadas
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
A ler...Saramago
(...) A empregada devolveu o troco. Aqui está, disse, espero que vá gostar dos nossos concertos, suponho que é a primeira vez, pelo menos não me lembro de a ter visto aqui, e olhe que tenho um excelente memória para fisionomias, nenhuma me escapa, também é certo que os óculos alteram muito a cara da gente, sobretudo se são escuros como os seus. A morte tirou os óculos, E agora que lhe parece, perguntou, Tenho a certeza de nunca a ter visto antes, Talvez porque a pessoa que tem diante de si, esta que sou agora, nunca tivesse precisado de comprar entradas para um concerto, ainda há poucos dias tive a satisfação de assistir a um ensaio de uma orquestra e ninguém deu pela minha presença. Não compreendo, Lembre-me para que lho explique um dia, Quando, Um dia, o dia, aquele que sempre chega. Não me assuste. A morte sorriu o seu lindo sorriso e perguntou, Falando francamente, acha que tenho um aspecto que meta medo a alguém, Que ideia, não foi isso que quis dizer, Então faça como eu , sorria e pense em coisas agradáveis(...)
As Intermitências da Morte, José Saramago
domingo, 6 de janeiro de 2013
Em tempo de Reis...
(...) E no palácio o rei disse aos seus guardas:
– Ide e procurai nas ruas um homem jovem magro, vestido de farrapos e que tem os olhos cheios de tristeza e de paciência.
Porém, ao cair da tarde, os guardas voltaram e disseram:
– Encontrámos tantos homens esfarrapados, tristes e pacientes que não soubemos distinguir aquele que tu procuras.
Por isso na manhã seguinte o rei Baltasar, tendo despido os seus vestidos de púrpura, envolveu-se num manto de estamenha e saiu sozinho do palácio para procurar o homem.
Desceu pelas ruelas estreitas da encosta, e, longe das grandes avenidas triunfais onde a brisa faz sussurrar as folhas duras das palmeiras, percorreu longamente os bairros pobres da beira do rio. Os carregadores do cais ergueram para ele a face sombria, e o homem que vendia os sapatos de corda poisou no olhar do rei o seu olhar cansado. Viu homens dobrados sob os fardos, viu os que puxavam carroças como bois, lentos e pacientes como bois, viu os que usavam grilhetas nos pés, viu os que deslizavam rente às paredes, silenciosos como
sombras, viu os que gritavam, os que choravam, os que gemiam.(...)
Sophia de Mello Breyner Andresen, Os Três Reis do Oriente
– Ide e procurai nas ruas um homem jovem magro, vestido de farrapos e que tem os olhos cheios de tristeza e de paciência.
Porém, ao cair da tarde, os guardas voltaram e disseram:
– Encontrámos tantos homens esfarrapados, tristes e pacientes que não soubemos distinguir aquele que tu procuras.
Por isso na manhã seguinte o rei Baltasar, tendo despido os seus vestidos de púrpura, envolveu-se num manto de estamenha e saiu sozinho do palácio para procurar o homem.
Desceu pelas ruelas estreitas da encosta, e, longe das grandes avenidas triunfais onde a brisa faz sussurrar as folhas duras das palmeiras, percorreu longamente os bairros pobres da beira do rio. Os carregadores do cais ergueram para ele a face sombria, e o homem que vendia os sapatos de corda poisou no olhar do rei o seu olhar cansado. Viu homens dobrados sob os fardos, viu os que puxavam carroças como bois, lentos e pacientes como bois, viu os que usavam grilhetas nos pés, viu os que deslizavam rente às paredes, silenciosos como
sombras, viu os que gritavam, os que choravam, os que gemiam.(...)
Sophia de Mello Breyner Andresen, Os Três Reis do Oriente
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