segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Holocausto. Por Beatriz Basto, 8º A

 
"Holocausto foi um assassinato em massa de cerca de seis milhões de Judeus, durante a 2ª Guerra Mundial, comandada por Hitler.

Vocês estão a imaginar o que deve ter sido ter passado por este horror? O que eles sofreram? O que eles rezaram para que, no fim deste mal-entendido, tudo ficasse bem e pudessem voltar para as suas famílias e vê-los sorrir de novo? Conseguem imaginar a dor? 

Pois, para alguns, isso até foi possível, mas nem para metade, isso foi concretizado, porque morreram! De nove milhões de judeus, um terço, ou seja, três milhões, TRÊS MILHÕES de pessoas foram mortas por haver loucos que não aceitaram que poderia existir mais do que uma religião! 
Na minha opinião, o que aconteceu foi completamente inadmissível! Eu não consigo sequer imaginar a dor que todas estas pessoas passaram! Nunca na vida conseguiria estar separada da minha família!
A maior parte das pessoas não sabe o que realmente aconteceu, porque não foram apenas os judeus que passaram por isto, muitos americanos foram forçados ao trabalho escravo num dos mais secretos campos de Hitler. Pensa-se que os americanos foram apenas libertadores, mas não! Eles foram tão vítimas como os judeus!
Neste documentário, três dos sobreviventes contam o que passaram, dizendo que se lembram de tudo como se fosse hoje. Um deles era um paramédico e conta que, durante a guerra, encontrou um soldado que tinha a perna presa apenas por ligamentos. Nesta grande derrota, os americanos sentiram a dura mudança de passar de guerreiro para prisioneiro.
Eu fiquei tão aterrorizada por ver o que vi! Quando, por exemplo, eles vinham dos túneis, vinham tão, mas tão sujos e os piolhos eram cada vez mais! Alguns estavam tão mal e tão esfomeados que começaram a comer os próprios piolhos! Eu acho isso tão repugnante! Mas eles estavam tão esfomeados, que era a única opção para eles! 

19 De abril de 1945

Neste dia, tudo mudou! Quando os soldados ouviram os barulhos das metralhadoras, e tinham percebido que os americanos, que os iam libertar daquele horror, estavam próximos! 
Todos os que tinham sobrevivido estavam num celeiro e combinaram que, no dia seguinte, quando os acordassem, ficariam imóveis. 
O comandante Matches, abandou o posto, fugindo, porque não queria ser apanhado pelos soldados americanos!

Eu sinceramente não consigo entender a razão de tudo isto. As pessoas podem ter mudado, mas, se pensarem bem, fazem exatamente o mesmo só que doutras formas!
 Não percebem que magoam os outros e fazem-no com uma simples palavra, mas muitas vezes isso é mil vezes pior que muitos atos. Neste caso, penso que não. 
Nos dias de hoje, ainda bem que já não existe nada disto nem as pessoas são assim tão cruéis, pelo menos algumas!! 

O que eu gostava mesmo de perceber, era o facto de se discriminar as pessoas pela sua religião, cor, nacionalidade ou aspeto, porque parece que tudo o que alguém tem diferente de outro é motivo para discriminar!

Cada um é como é, e não é preciso mudar isso!"
Beatriz Basto, 8º A

________

A Biblioteca Escolar agradece à Prof. Teresa Mafalda e à Beatriz Basto este trabalho.Parabéns. 

O holocausto. Por Bárbara Silva, 8º A

"O holocausto

Soldados Americanos como Tony Azevedo, Ed Slotkin e Norman Fellman contaram-nos a experiência pela qual foram obrigados a passar.

No inverno de 1944, o exército nazista alemão contra-atacou os americanos na batalha de Ardeles, até que a um dado momento os alemães surpreenderam os americanos aparecendo com um tanque de guerra! Mas, havia um problema! Os soldados americanos tinham ficado sem munições o que os levou a terem que se render aos alemães.
Cerca de vinte e três mil americanos foram levados para um campo de concentração máxima em Berga, onde foram aprisionados juntamente com judeus e separados de acordo com a sua região.

Nesse campo de concentração máxima, tanto judeus como americanos foram torturados, humilhados, escravizados e mortos.
Todos os dias eram obrigados a trabalhar até morrer, trabalhavam em grutas onde muitos morriam sufocados pela poeira, passavam várias horas sem comer, sem beber e chegavam a perder vinte a trinta quilos de peso.
Pessoas que se encontravam completamente desnutridas, pois eram expostas, todos os dias, a condições desumanas e favoráveis ao aparecimento de doenças graves devido à falta de higiene. Muitos chegavam a ganhar piolhos que passavam de uns para outros. Como não tinham o que comer alimentavam-se dos próprios piolhos para não morrerem à fome.
Se alguma coisa corresse se mal, tanto os americanos como os judeus sofriam as represálias (eram espancados e, muitas vezes, mortos pelos alemães).

Passaram-se dois meses e os americanos e judeus começavam a ficar sem esperanças de sair dali. Mas, a uma dada altura, o exército americano preparava-se para atacar os alemães e foi nesse dia que tanto os americanos como judeus perceberam que finalmente seriam pessoas livres!
Uma experiência traumática e aterradora perceber que de um dia para outro a nossa vida pode mudar radicalmente! Não sei se teria a mesma força e bravura que muitas daquelas pessoas tiveram ao conseguir passar por aquilo e, mais tarde, contar-nos essas vivências e torturas a que foram sujeitas.

Muitos desses momentos aterradores foram registados num diário por alguns homens que por aquilo passaram. Essa é a prova para mostrar a muita gente que pensa que isto nunca aconteceu! Na verdade, isto aconteceu tanto com soldados americanos como judeus, que foram vítimas do holocausto.

Muitas pessoas pensam nos americanos como libertadores, mas ninguém pensa nos americanos como vítimas do holocausto!"
Bárbara Silva, 8º A

________
A Biblioteca Escolar agradece à Prof. Teresa Mafalda e à Bárbara Silva este trabalho.Parabéns. 


terça-feira, 24 de outubro de 2017

Filosofia & Poesia no Dia da Biblioteca Escolar


"HÁ PALAVRAS QUE NOS BEIJAM

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança, 
De imenso amor, de esperança louca.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.
(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)
Palavras que nos transportam 
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte."
Alexandre O'Neill

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Procuras um livro?

Sabias que a BE tem um catálogo que podes consultar a qualquer momento, em qualquer lugar?

Acede ao catálogo através do link que se segue e encontra o que procuras:

http://amarante.bibliopolis.info/OPAC/default.aspx?ContentAreaControl=ChooseDatabase.ascx