segunda-feira, 29 de abril de 2013

Dia Mundial da Dança


 E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos [apenas] por aqueles que não podiam escutar a música.
                                       Friedrich Nietzsche

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Dia da Liberdade


Liberdade 
Soubemos o que foi viver sem Ela.
Lutamos por Ela.
 E agora que a temos, não podemos deixar de a viver  intensamente mas de forma responsável.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

O que a música tem a ver com as aulas?

Da entrevista com Ana Bacalhau( do grupo Deolinda ) ao Blitz, a propósito do novo álbum Mundo Pequenino, e particularmente da faixa Concordância,  retiramos esta sugestão para as aulas de Português: Se eu tivesse sido professora, utilizava esta canção sem pudor nenhum para falar sobre gramática, nas aulas! (...) Deu-me um grande gozo pegar nos livros sobre a matéria e desenhar a canção" Quanto à mensagem de Concordância, passa por " querer fazer qualquer coisa em grupo, mas salvaguardando a nossa individualidade e singularidade", diz Pedro, "  Num grupo fazem-se muitas coisas, mas não deixas de ter o elemento individual e a sua forma de relação com os outros elementos". " Hoje fala-se muito nos números. Quis puxar a brasa às palavras, que também são importantes"
                                                                                                     Retirado da Blitz de abril

Sobre o Direito de Autor

Porque ontem foi Dia Mundial do Livro, mas também do Direito de Autor, deixamos aqui uma sugestão de um site que te fornece alguma informação sobre assunto.
http://www.seguranet.pt/jogo/




terça-feira, 23 de abril de 2013

Dia Mundial do Livro

Hoje comemorou-se o Dia Mundial do Livro. A sugestão para celebrar o dia e, por consequência, o Livro, foi lançada, de modo imprevisível, à  turma do curso profissional de Técnico de Electrónica, Automação e Comando, durante a aula de Área de Integração. O dia estava radioso e o céu límpido convidava a uma aula ao ar livre. O convite deu origem a uma leitura em grupo do livro História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar. Sob o sol acolhedor de esplêndida manhã de primavera, fez-se silêncio para ouvir as histórias do gato Zorbas e da pequena Ditosa, numa viagem pela amizade, pela perseverança...Foi este o Livro escolhido mas poderia ter sido qualquer outro...


O que andas a ler?



 Em véspera do Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, prestamos homenagem a esse objeto de prazer. Desta vez, pela pena da aluna Ana Sofia Almeida que acedeu a partilhar uma crítica a um livro, aqui no blog da BE.

                                      Sobre a autora


Suzanne Collins, formada em escrita dramática pela New York University, é autora de literatura infanto-juvenil e argumentista de programas televisivos infantis, nomeadamente para a Nickelodeon.

Sobre a trilogia

Os Jogos da Fome é uma trilogia de ficção científica infanto-juvenil que se encontra traduzida em mais de trinta países com grande sucesso e que se tornou um bestseller do New York Times, da Publishers Weekly e do USA Today. A ação passa-se num futuro pós-apocalíptico numa nova nação, Panem, que se ergueu a partir das cinzas do que fora a América do Norte. A versão cinematográfica, com realização de Gary Ross, conta com Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth e Lenny Kravitz nos principais papéis.

Sobre a história

“Apesar dos planos do Capitólio, Katniss Everdeen sobreviveu e está agora junto de Gale, da mãe e da irmã no Distrito 13. Recuperando pouco a pouco dos ferimentos que sofreu na arena, Katniss procura adaptar-se à nova realidade: Peeta foi capturado pelo Capitólio, o Distrito 12 já não existe e a revolução está prestes a começar. Agora estão todos a contar com Katniss para continuar a desempenhar o seu papel, assumir a responsabilidade por inúmeras vidas e mudar para sempre o destino de Panem, independentemente de tudo aquilo que terá de sacrificar.”
 (texto constante da contracapa da edição portuguesa - adaptado)

Apreciação crítica

            Quando iniciei a leitura do terceiro e último volume desta extraordinária trilogia, por ter estabelecido as minhas expectativas muito altas, achei-me algo desiludida aquando da leitura dos primeiros capítulos.
Depois da leitura supersónica que fizera do primeiro e segundo volumes, esperava partir com o mesmo entusiasmo no terceiro livro. Para além disso, ansiava respostas imediatas às questões que haviam sido deixadas em aberto no final do volume anterior. Por essa razão, quando a história não partiu exatamente do ponto em que eu esperava, tive uma real dificuldade em aprovar o novo rumo escolhido por Suzanne Collins para as suas personagens.
Tanto que, por volta do sexto capítulo, acabei por interromper a leitura e encostar o livro na estante. Só tempos depois voltei a pegar-lhe, desta vez decidida a terminar a leitura, “custasse o que custasse”. Nunca foi meu costume deixar as leituras a meio e decidi que a história tinha provado mais do que suficiente nos dois primeiros volumes para valer outra tentativa. Retomei a leitura e levei pouco tempo para voltar a envolver-me na história de tal forma que a terminei no dia seguinte.
Em A Revolta, Suzanne Collins brinda-nos com uma exímia capacidade de descrição – cenários, momentos e pessoas são de tal forma retratados que o leitor não tem como não penetrar ele próprio na narrativa.
O terceiro volume é, dos três, aquele que conta com mais ação, sendo que grande parte da história se passa em situação de guerra. Neste contexto, as personagens revelam emoções muito mais intensas e espontâneas, agindo segundo a sua faceta mais instintiva em momentos cruciais da ação.
Feita de reviravoltas arrebatadoras que mudam o curso dos acontecimentos, a história é conduzida ao seu derradeiro desenlace. Collins arriscou um final que dividirá definitivamente opiniões, sabendo que seria impossível agradar a todos. Mas os finais previsíveis só interessam às histórias aborrecidas, e dessas ninguém conserva memória...
  Ana Almeida - 10 CSE

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Livros na estante da BE - A Casa das Bengalas - António Mota



(…)  - A Custódia era uma boa mulher. Ficou viúva muito cedo e sem filhos. Depois casou-se pela segunda vez com o Avelino, que sabia tocar concertina; era negociante de milho e era muito gordo. O casamento durou meia dúzia de anos, ou nem isso, porque o Avelino morreu de repente com um ataque cardíaco. Foi a meio da missa do domingo que isso aconteceu. O padre Agostinho estava a pregar e de repente o Avelino caiu para o lado. Morreu como um passarinho.
- Depois ela casou-se outra vez? – perguntei eu, entusiasmado com a história.
- Não sejas parvo!
- Mas podia acontecer…
- Cala-te!
Tendo em conta as dores de cabeça de minha mãe, calei-me.
As histórias que os velhos contam, às vezes, têm piada. Se eu, mais tarde, resolver fazer uma novela, acho que já tenho uma bela poupança de casos que posso relatar. Acho que seria interessantíssima esta cena da Custódia a gritar no meio da igreja apinhada de gente em total silêncio:
“ Meu gordinho, minha bola de Berlim, porque é que caíste neste chão frio? Adeus, Avelininho…adeus, segundo amor da minha vida!”
E foi então que minha mãe perguntou, farta de saber que não havia resposta para uma questão aparentemente tão simples:
- E agora quem é que vai tomar conta do meu pai?
Meu pai ficou com a colher de sopa no ar e eu pus-me a olhar para as flores azuis do prato. Depois, lembrei-me das violetas que havia num canto do quintal do avô. Eram as suas flores preferidas porque, explicava ela, sem eu entender muito bem o que ele queria dizer com aquilo, “ as violetas avisam os homens que estamos aqui de passagem, mas isso não nos impede que cheiremos bem enquanto por cá caminharmos”
Um dia, escrevi textualmente este pensamento num teste de português. Pelo esforço despendido, recebi de presente oito pontinhos de interrogação. Auto-confortei-me: não é toda a gente que se pode dar ao luxo de ter um avô que mora em Torna-Ó-Rego e diz coisas tão filosóficas. A stôra não pertencia, com toda a certeza, ao grupo minoritário dos que têm um avô parecido com o meu. (…)

terça-feira, 16 de abril de 2013

Coisas novas com livros velhos

 Allen Thomas, um artista americano, cria ilustrações giras e muito criativas com figuras cortadas e dobradas de livros velhos.
                       Retirado daqui

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Queres um Clube de Manga na tua BE?









"Mangas são histórias em quadradinhos japonesas. A sua origem está associada ao Oricom Shohatsu (Teatro das Sombras), que na época feudal percorria diversos vilarejos 
contando lendas por meio de fantoches. Essas lendas acabaram por ser escritas em rolos de papel e ilustradas, dando origem às histórias em sequência, e consequentemente originando a manga. Depois de interrompida durante a Segunda Guerra Mundial, a sua produção foi retomada somente em 1945.  Foi nessa época que surgiu o que podemos chamar de “Walt Disney Japonês”, o Ossamu Tezuka, criador dos traços mais marcantes da manga: Olhos grandes e expressivos. Com a passagem do tempo, a manga saiu do papel e foi parar à televisão, transformando-se em animação, ganhando mais popularidade e aumentando o número de fãs em todo o mundo. As histórias são sempre variadas e com roupagem sempre nova, personagens expressivos e heróicos como, por exemplo, “Dragon Ball Z” (personagem principal: Goku), “Yu Gi Oh” (personagem principal: Yu Gi)."       retirado daqui

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Um poema por semana

Semana das Ciências & BE

Está a decorrer na Esa a Semana das Ciências. A BE associou-se ao evento e ficou provado que " A Física, a Química e a Poesia" afinal têm muito em comum! E ao longo da semana os alunos têm sido desafiados pelos diversos jogos lógico - matemáticos que invadiram as mesas da BE.Ainda estás a tempo de provar que és " um cránio " da matemática!



quarta-feira, 10 de abril de 2013

Mais uma onda de mar salgado...



MAR

Pudesse alguém possuir
Esse teu vasto e inimaginável
Domínio indomável
E, do qual, jamais, alguém poderá fruir; 

Pudesse eu ser tu, ó mar,
E tudo poderia
Ser o que nunca tivera sido
Meu, por em ti não puder mandar.

Aquele que governa
Os céus, a ti entregara
A força e beleza eterna
De um Mundo que em ti se refugiara.

Tão enigmático, por certo,
Como aquele que, por nevoeiro,
Se encontra Encoberto
Tu enlaças um Mundo inteiro.

                     Andreia Queirós12ºCT3

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Poema à Mulher

Cabeça de mulher moçambicana - José_Soares
A rapariga com brinco de pérola - Wermeer
Mulher reclinada - Vasco Pereira da Conceição
O passeio - Monet












Poema à Mulher
 
Mulher, um Ser que age com emoção
ao pensar com o coração.
Mulher, trabalhadora e mãe,
Que cuida da família
que por vezes não lhe dá atenção.
Mulher um Ser especial,
lutador e guerreiro,
que dá vida,
mas tanta vez agredida!
            Uma aluna do 8º ano