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domingo, 14 de outubro de 2018

Concurso Cineliterário


Já começou o Concurso Cineliterário desenvolvido todas as semanas na Biblioteca Escolar em parceria com o Cineclube de Amarante e o Plano Nacional de Cinema.


Espreita em que consiste o concurso  e como poderás desenvolver os teus talentos. [Clica nas palavras destacadas]

Vem à tua BE e concorre.

Eis o vencedores do último concurso com o realizador André Gil Mata e o montador do filme “A Árvore”, Tomás Baltazar, no Cineclube de Amarante:


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Concurso Cineliterário


Queres ir à sessão do CINECLUBE DE AMARANTE?
[Sexta-feira, 21h30, Cinema Teixeira de Pascoaes, Stª Luzia]

Concorre ao CONCURSO CINELITERÁRIO.
[Informa-te na tua BE]

A Rita Paiva, estudante do 1º ano de Arte & Design, foi à ESA e serviu de modelo para celebrar o início escolar desta iniciativa que conhece muito bem*, fruto de uma parceria entre a Biblioteca Escolar, o Cineclube de Amarante e o PNC.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

CONCURSO CINELITERÁRIO: Cumplicidades entre a Biblioteca Escolar da Secundária de Amarante (BE) e o Cineclube de Amarante (CA)

Ana Rita Felix e Inês Costa (12.º CLH1) no Cineclube de Amarante

 A primeira vencedora do concurso, neste ano letivo, foi a aluna Ana Rita Félix que, ao responder acertadamente à questão proposta, ganhou 1 bilhete duplo e levou a amiga, Inês Costa, à sessão do Cineclube de Amarante.
Em que consiste o Concurso Cineliterário?
Todos os alunos, de todos os ciclos de ensino, são convidados a responder a uma questão no âmbito da literatura ou cinema (autoria de um poema ou de outra obra literária, completar um verso, identificar um realizador, o fim de um filme, o ano de realização, etc). 
O cartaz com a questão é, impreterivelmente, inspirado no filme que o CA exibe nessa semana. 
A BE dispõe de um formulário de resposta e de uma "caixa" na qual as respostas são depositadas pelos alunos. Dado que as sessões do Cineclube de Amarante se realizam à sexta - como era habitual, mas também ao domingo, o sorteio é realizado durante a manhã de sexta e os vencedores são contactados via telemóvel, tendo direito, normalmente, a um ou dois bilhetes duplos para as sessões (sexta e domingo) no cinema Teixeira de Pascoaes, habitat do CA. 
Com esta sessão, a Ana Rita Félix e a Inês Costa foram apresentadas ao cinema de Wang Bing. Que estreia!



Obrigada por terem participado.

sábado, 13 de junho de 2015

PLANO NACIONAL DE CINEMA: O Cinema está (sempre) à Tua Espera...


















Jorge Campos esteve no Cineclube de Amarante com uma plateia de 180 alunos e respectivos professores da Escola Secundária/3 de Amarante para apresentar o filme Aniki Bóbó de Manoel de Oliveira e dinamizar a sessão.
Atendendo à faixa etária dos alunos, referiu-se ao consumismo desenfreado e a-crítico das imagens em movimento, que passa pelo seu visionamento nos computadores...muitas vezes interrompido por outros afazeres e logo retomado. Falou sobre a importância da aprendizagem da leitura das imagens e contextualizou, ao nível da história do cinema, a criação de Aniki Bóbó como um dos filmes percursores do neo-realismo, referindo a particularidade do filme ter sido muito mal recebido aquando da sua estreia por ter sido considerado “escandaloso” pela relação triangular (Carlitos-Teresinha-Eduardinho) de que todo o argumento fílmico se alimenta.
Desvendou algumas das inúmeras conversas que manteve com Manoel de Oliveira - dado que eram vizinhos –, exaltando a originalidade, complexidade e genialidade do realizador.
Após a contemplação da obra cinematográfica, Jorge Campos afirmou que “um filme só pode ser analisado após ter sido visionado duas ou três vezes porque o olhar educa-se e opera por camadas cada vez mais profundas.” 
Interpelou os alunos sobre o perfil das personagens, o jogo de sombras, a importância da noite (despertadora de fantasmas e da transgressão) e o papel da consciência moral, explicando porque é que a história destes miúdos da zona ribeirinha de Porto-Gaia é, simultaneamente, pessoal e universal.
E o Duarte do 7.º B dizia-me, no final da exibição, “Para ser um filme a preto e branco e tão antigo...até foi interessante e engraçado.”
E creio que este é o objectivo primacial do PNC: desconstruir preconceitos. Preconceito de que os filmes de Manoel de Oliveira são “chatos”. Preconceito de que um filme a preto e branco não pode ser fruído ou alvo da experiência estética dos jovens.
E esta aprendizagem perdurará nos alunos. Sinto que a próxima vez que visionarem um filme do Mestre será antecedida por um desmesurado entusiasmo.
No final da sessão, um grupo de alunos do 10.º ano, turma de Artes Visuais, aproveitou o privilégio que constitui a presença de Jorge Campos e prolongou a conversa sobre o filme.
Confesso que a reacção dos jovens dos 12 aos 15 anos ao filme foi notável e absolutamente singular: um longo aplauso em uníssono fez-se ouvir na sala de Cinema Teixeira de Pascoaes. E Jorge campos, antes de tecer quaisquer considerações sobre o filme e colocar questões aos alunos, disse-lhes que nunca em momento algum, após as inúmeras exibições a que assistiu do filme, tinha presenciado tal ovação. Manoel de Oliveira merece. Jorge Campos também. Obrigada.

Elsa Cerqueira,
Coordenadora do PNC, ESA



Nota: Quero agradecer aos professores Helena Carvalho, Manuel Augusto, Bruno Teixeira, Sandra Santos, Paulo Sousa, o facto de terem acompanhado os seus alunos ao cinema. 


quinta-feira, 28 de maio de 2015

Plano Nacional de Cinema (PNC) com Manoel de Oliveira


Lembro-me de ouvir Manoel de Oliveira referir que «Por cá sou mais conhecido pela minha idade do que pelos meus filmes».
Ora, contrariando esta ideia, os alunos dos 7.ºs e 10.ºs anos terão a oportunidade e o privilégio de contemplarem "Aniki Bóbó", obra datada de 1942, em 35mm.
Este é um dos objetivos do PNC: «Divulgar um corpus de obras essenciais do património cinematográfico nacional» e confesso que não vislumbro outra possibilidade, que não a de prosseguir o desenvolvimento da cultura cinematográfica dos alunos pelo Mestre Manoel de Oliveira. 
Deste modo, a atividade "O cinema está à tua espera", dinamizada no âmbito deste projeto, pretende homenagear o realizador. 
Manoel de Oliveira, afigura-se-me como Bérenger de Ionesco: recusa-se a morrer. E a utopia da eternidade começa a concretizar-se quando se contempla a obra do Artista. 

Celebrar Manoel de Oliveira, imortalizando-o, é possibilitar às novas gerações o visionamento dos seus filmes. 

Sobre a obra filmíca "Aniki Bóbó", eis o que o realizador exprimiu acerca das suas motivações intrínsecas:

«É uma história um tanto ingénua, mas que encerra muitas das minhas preocupações. (...) A palavra ainda não era, para mim, a revelação que depois foi. "Aniki-Bóbó" vive muito mais da imagem do que da palavra (...).
...todos os meus filmes vão parar ao desconhecido, ao que se descobre por detrás do desconhecido. Porque a morte é uma espécie de cortina preta que nos impede de saber a mais pequena coisa. Para além da morte, de mais nada as pessoas se apercebem. Portanto, isto desperta logo a curiosidade e a aventura de pensar sobre o que estará para o lado de lá, para além dessa cortina negra. 
Procurando contar uma história tão simples, queria reflectir nas crianças os problemas dos adultos, aqueles que estão ainda em estado embrionário; pôr em contraposição a noção do bem o do mal, do ódio e do amor, da amizade e da ingratidão. Queria sugerir o medo da noite e do desconhecido, a atracção pela vida que pulsa em cada coisa à nossa volta, com força e com convicção.»
 Entrevista a João Bénard da Costa, 1989. 




O filme será apresentado por um convidado muito especial, o Prof.  do ESMAE-IPP e realizador Jorge Campos.







Se queres saber mais, consulta os links dos jornais Público e SOL, da Revista Sequences, e a entrevista feita pelo Expresso ao realizador.
Aconselho, ainda, a leitura do artigo «Manoel de Oliveira - Uma História do Cinema Português» de João Simão.



 A Coordenadora do PNC, Amarante

Nota: Esta iniciativa conta com os apoios da Câmara Municipal de Amarante e do Cineclube de Amarante.

sábado, 21 de junho de 2014

Parceria Cineclube de Amarante/Gatilho (Porta 43): Dia 27 na Gatilho, 21h30



"Desde 2008 que a sociedade portuguesa é assaltada por ameaças de colapso: económico, primeiro, mas consequentemente de toda a estrutura social. Pelos políticos, estudiosos, académicos e demais especialistas de todos os quadrantes que, com melhores ou piores estudos, vão alimentando a esperança ou desesperança de um povo.
Mas o que nos aconteceu na realidade? Fomos “invadidos” por um grupo de homens que, a mando da regulação e regulamentação, a par dos governantes por nós eleitos, vai introduzindo medidas “imprescindíveis” para a nossa salvação. Vivemos sob um resgate de anos, feito de medidas governamentais, sem qualquer responsável, sem alguém a quem possamos culpar.
E então o que nos acontece? É isso que nos propomos, os 9, documentar através da fotografia e um de nós com um filme. Queremos mostrar as consequências e resultados na sociedade portuguesa das intervenções impostas a todos nós.
Nove reflexões, postas numa nova perspectiva sobre a sociedade contemporânea portuguesa, em que nos propomos construir um documento visual através da fotografia e filme. Um documento que possa ser uma memória para as gerações futuras.
Uma plataforma online, um livro e um filme é o legado que esperamos deixar, numa ânsia de não passarmos ao lado de tão grandes transformações."
          Pedro Neves


Pedro Neves

Foto de José Carlos Carvalho


quarta-feira, 28 de maio de 2014

CINECLUBE DE AMARANTE - 6ªFeira, dia 30 às 21:30



Título original: The Wolf of Wall Street/ O Lobo de Wall Street
Realização: Martin Scorsese
Actores: Cristin Milioti, Jon Favreau, Jonah Hill, Leonardo DiCaprio, Margot Robbie, Matthew McConaughey, Spike Jonze
Género: Drama Policial
EUA, 2013, 180'

Sinopse:
O cineasta Martin Scorsese dirige o filme sobre a história verídica do corretor da bolsa nova-iorquino Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio), do sonho americano à ganância empresarial. Belfort passa de ações de pouco valor e dos ideais de justiça para as OPV e uma vida de corrupção, no final dos anos 80. O sucesso excessivo e a sua gigantesca fortuna aos vinte e poucos anos, enquanto fundador da corretora Stratton Oakmont, deram a Belfort o título “O Lobo de Wall Street”.


         

terça-feira, 29 de abril de 2014

Cineclube de Amarante com o Festival de Curtas Metragens


O European Short Films Amarante começa, oficilamente, dia 17 e prolonga-se pelo dia 18. 

As curtas-metragens extra-competição irão ser exibidas por vários locais de Amarante: Casa da Juventude, Casamarela e Gatilho. 

Brevemente será divulgado um programa detalhado com a toda a informação. 

A partir do dia 16 são só CURTAS! Aparece.